7 thoughts on “O Caçador de Pérolas Caçado…”

  1. Hum…essa pérola é falsa.

    Habitualmente as pérolas do Aniceto são erro de ortografia ou de construção, graves. Típicos de quem não pesca um boi de língua portuguesa.

    Essa pérola é, nitidamente, um erro de quem está a escrever depressa, tentando (inutilmente) que os dedos acompanhem o raciocínio. É um erro de dedos lentos e imperfeitos.

    Não é uma verdadeira pérola, é pechisbeque 🙂

  2. LOL… pois é, parece que o Sr. Aniceto também tem telhados de vidro. Falsa ou verdadeira, não deixa de ser uma pérola!

  3. Não é (de todo) verdade que “ninguém gosta de ser corrigido”. Não é (de todo) verdade que eu corrija toda a gente (até porque seria absolutamente impossível fazê-lo dentro de cada vinte e quatro horas dada a potência a que jorram as fontes) e porque raramente me dou à tarefa de fazer a correcção e nem sequer cito a origem para preservar a “honra” dos citados. Mas parece que nem assim as carapuças deixam de ser enfiadas pelas promitentes ostras…

    Em abono da verdade eu gosto de ser corrigido. E se o fui, durante bastantes anos, à força de uma tira de pinho, não foi essa a melhor estratégia que haveria de produzir os melhores resultados. Alguns vocábulos existem hoje no meu léxico que, ao serem escritas, me fazem ainda corar de humilhação porque em tempos fui exposto ao ridículo de querer elevar-me a um nível de vocabulário que não merecia. Surtiu muito maior efeito ser obrigado a reconhecer publicamente um erro perante um grupo, uma classe ou uma colectividade do que uma dose de reguadas servidas em estilo “fast food”. Eu reconheço em mim mesmo a capacidade (quase inesgotável) de ser capaz de rir constantemente de mim mesmo e o que escrevo é a prova disso mesmo. Chamemos-lhe “ter telhados de vidro” ou respeito por todos os que tiveram a paciência de me querer ensinar algo. E para aqueles que vêem “O caçador de pérolas” como uma zombaria ou um banho de humilhação, pensem duas vezes e aceitem que de uma próxima vez, quando forem cometer mais uma bacorada “a armar ao pingarelho” não a repetirão porque se lembrarão do anteriormente sucedido. Claro que existirão excepções (trabalho com inúmeros exemplos disso mesmo) mas esses terão uma boa desculpa, é que além de não saberem escrever (et pour cause), também não sabem ler.

    Isso não os impedirá nunca (e ainda bem) de ter e escrever num blog, mas também lhes agradeço o simples facto de existirem e de me servirem ocasionalmente motivos de reflexão.

  4. Estimado Pedro, o que fiz foi apenas uma brincadeira com algo com que brincas regularmente e acredita que foi difícil apanhar um erro que fosse na tua escrita. Aquele, consideremos ou não pérola, foi uma sorte.

    Talvez o teu estilo verborreico te obrigue a uma cuidada verificação ortográfica e sintáctica resultando assim em textos “error free” ou talvez sejam ainda efeitos da tira de pinho, o que é facto é que é mais fácil encontrar ouro do que pérolas no teu blog.

    Há quem goste de ser corrigido, mas a maioria das pessoas não gosta e acredita que é um pouco falta de “chá” corrigir os outros constantemente. Acredito que tenhas público para tantas pérolas e pérolas que cheguem para fazer colares, basta abrir um jornal ou um blog e dá-se logo um pontapé numa bacorada. Enquanto uma bacorada num artigo de jornal é crítico (na minha opinião), num blog nem tanto, porque quem escreve é livre de ter ou não a preocupação de corrigir o que escreve ou de aprender a escrever melhor. São escolhas pessoais, tão pessoais como os blogs em que escrevem.

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